Disco para Polir

Discos para Polir

Sistema europeu para polimento e lustração, os discos para polir são fabricados em algodão e flanela naturais, proporcionando um excelente brilho e acabamento nas peças.

Devido à firmeza e rigidez entre as tramas do tecido de algodão, é o disco no qual se deve sempre aplicar as massas e ser usado para eliminar riscos, arranhões, marcas, etc, afim de se obter um bom polimento e boa lustração.

disco polir

Esse disco é usado apenas para lustração final e retirada de eventual excesso de massa que ficou nas peças após o processo anterior. Não se deve aplicar as massas nesse disco.
politriz

Lixamento
As marcas deixadas pela serra ao longo da espessura devem ser removidas com raspadoras ou rasquetes de metal e em seguida lixadas, usando-se, primeiro, uma lixa dágua número 180 e em seguida uma lixa dágua número 400, as quais devem ser aplicadas manualmente ou com o uso de lixadeiras orbitais.
Essas operações devem ser feitas a seco, exercendo pressão controlada, a fim de evitar superaquecimento do material.

Polimento mecânico
Depois do processo acima, o polimento das bordas e superfície é efetuado em politrizes mecânicas. Utilizam-se dois discos de tecidos geralmente com diâmetros entre 250 a 450mm girando a uma velocidade de cerca de 1.400 r.p.m.
O primeiro disco a ser usado é confeccionado em algodão no qual é aplicada a massa de polir , o que confere à peça o polimento desejado.
O acabamento brilhante final é dado pelo segundo disco que é confeccionado em flanela, que tem a finalidade de lustrar a peça e remover eventual excesso de massa da operação anterior.

Polimento manual
Riscos leves e defeitos superficiais pequenos podem ser removidos por polimento manual, empregando-se a massa de polir citada anteriormente, aplicada com chumaço de algodão ou flanela macia.
A massa deve ser aplicada freqüentemente sobre o risco ou marca a ser removida e o pano ou algodão deve sempre manter-se umedecido com a massa. A pressão deve ser leve até que se obtenha o resultado desejado.

Polimento à chama
Processo operado através de um maçarico comum, pequeno, leve, de baixo custo e fácil manuseio.

Vantagens:

  • Rapidez na operação;
  • Acesso a acabamentos internos (furos ou bordas de difícil acesso);
  • Baixo custo operacional.

Restrições

  • O calor da chama pode produzir tensões internas no material com posterior ocorrência de fissuras (crazing);
  • Não se aplica a todos os tipos de usinagem;
  • Não é indicado para chapas coloridas.

É importante adotar medidas de segurança para proteger o operador da máquina. Usar sempre equipamentos de proteção individual